Sobre o projeto

A floresta em pé é o nosso melhor negócio.

Grãos de Rondônia é a plataforma da origem da DATA-RO Inteligência Territorial: um canal digital próprio para o café robusta amazônico, o cacau premiado e as delícias que a floresta e os quintais de Rondônia produzem — com o valor voltando para quem planta, colhe e conserva.

Floresta em pé, gente de pé

A Amazônia não precisa ser derrubada para gerar renda. O estudo Nova Economia da Amazônia (WRI Brasil) estima que a bioeconomia pode adicionar cerca de R$ 45 bilhões por ano ao PIB e criar 830 mil empregos até 2050 — e Rondônia é o estado amazônico com a cadeia agroalimentar mais madura para liderar esse futuro. Café sombreado, cacau nativo, mel, castanha: tudo isso nasce com a mata viva, do trabalho de famílias que fazem da conservação uma profissão. Quando você compra da origem, a árvore de pé passa a valer mais do que derrubada — e a renda chega a quem mantém a floresta viva.

Economia verde na prática

ESG sem sigla difícil: é assim que funciona aqui

E — Ambiental

Cada compra fortalece sistemas agroflorestais e o extrativismo de manejo: café sombreado, cacau de beira de rio, mel de abelhas nativas e castanha colhida com a árvore de pé. A floresta vale mais viva.

S — Social

A Regra 60/40 garante, por contrato e em registro auditável, que no mínimo 60% do valor líquido de cada venda vá ao pequeno produtor e à agricultura familiar — renda digna onde ela mais transforma.

G — Governança

Rastreabilidade da porteira à xícara: o Passaporte do Lote mostra produtor, talhão, processo e repasse de cada item. Transparência não é promessa — é funcionalidade.

O robusta amazônico que o mundo descobriu

Rondônia é o 5º maior produtor de café do Brasil, 2º em canéfora — e dono da Denominação de Origem Matas de Rondônia, a primeira indicação geográfica sustentável do mundo para canéfora. Robustas daqui já alcançaram nota 100 em concurso mundial de fine robusta: doçura de fruta madura, corpo de chocolate, orgulho de quintal.

O cacau bicampeão que poucos conhecem

4º produtor de cacau do país, Rondônia carrega a IP Cacau de Rondônia e o bicampeonato nacional de qualidade. Amêndoas fermentadas em caixas de madeira, chocolate de origem com acidez frutada — um patrimônio sensorial da Amazônia que merece sair do anonimato.

Quem faz

Pequenos produtores, agricultura familiar — e uma regra que não se negocia

Por trás de cada lote há uma família: quem poda o café à mão, quem fermenta o cacau no ponto, quem cuida do meliponário na beira da mata. O varejo chega a pagar ~150× o valor da porteira por grama — e quase nada disso volta ao interior. Nossa resposta é a Regra 60/40: no mínimo 60% do valor líquido de cada venda (preço menos impostos, embalagem e frete) é repassado ao produtor, calculado no servidor e registrado de forma auditável, pedido a pedido.

Mãos de produtor segurando grãos de café de Rondônia

Rondônia em números

R$ 45 bi/anopotencial da bioeconomia amazônica até 2050 (WRI Brasil)
830 milempregos que a economia verde pode gerar na Amazônia
maior produtor de café canéfora do Brasil é Rondônia
97%de todo o café amazônico do país nasce em solo rondoniense
US$ 130,9 miem exportações de café de Rondônia (2024)
~150×diferença entre o valor de varejo e o da porteira — que queremos devolver

Fontes: Nova Economia da Amazônia (WRI Brasil) e dados setoriais consolidados no dossiê do projeto.

Toda xícara vota no futuro da floresta.

Escolha o lado da mata viva: prove o que Rondônia faz de melhor.

Em cada compra, no mínimo 60% do valor líquido vai direto para quem produz. Registrado, auditável, público.